99,9999 % do DNA é armazenado nos núcleos celulares, uma pequena fracção é armazenada na estrutura externa chamadas mitocôndrias. Quando há um acasalamento, o adn nuclear mistura-se, mas não o adnmt por parte do macho, já que os espermatozoides perdem o flagelo ao entrar no óvulo.

Assim, o adnmt das fêmeas passa de geração em geração com poucas mutações; esta é uma propriedade do adnmt. Quando isto foi descoberto nos anos 70, os geneticistas decidiram verificar o antepassado comum que o entre 5 e 8 milhões de anos, Tiraram amostras de adnmt de mulheres por todo o mundo e a sua grande surpresa foi que datava entre 200 e 250 mil anos, em outras palavras, não existíamos antes desse tempo.

Claro que a reação dos darwinistas, foi levar as mãos à cabeça arrancando-se os cabelos, tentando justificar-se com seus falsos fósseis pré-humanos que já existiam durante essa ampla margem de 5 e 8 milhões de anos.

As experiências foram repetidas e voltaram a datar o mesmo período de tempo, de 200 a 250 mil anos. Os cientistas não sabiam como se proceder, mas aqueles que conhecem o tema sabem que sempre a encontram uma resposta, por mais absurda que possa parecer.

O que acontece com a natureza quando nasce uma criatura com malformações ou alterações genéticas? Morre mais cedo ou mais tarde. A grande e inexplicável exceção é o humano, com mais de 4 mil defeitos congênitos e continua vivo.

Para uma espécie que tem 200 mil anos, não devíamos ter um ou dois, mas “inexplicavelmente” existem 4 MIL. Num sentido rigoroso, as malformações graves são geradas por falhas de ligação do espermatozoide e isso é algo que não se vê regularmente. Temos um acervo genético muito defeituoso.

Nos livros oficialistas dizem-nos que temos um genoma semelhante ao do chimpanzé a 99 % e a 98 % com o dos gorilas, assim te convencem de que somos praticamente primos-irmãos; assim é, na aparência mas Na verdade, não. Porque esse 1 % que parece insignificante, possui a quantidade nada desprezível de 30 milhões de pares bases, um par de dezenas de milhares de fios de DNA, que contêm informações valiosas e gigantescas da espécie que os porta.

Os darwinistas não sabiam por que os primatas têm 48 cromossomos e os humanos 46; para desgraça deles, encontraram a fusão do cromossomo 2. Não sabiam como explicar tal coisa, mas como sempre, acharam o absurdo argumento de que simplesmente é fruto da evolução.

Sabem quanto tempo demoraria a natureza a fazer essa fusão? E mesmo assim, supondo que o acaso fez tal coisa (algo ridículo mas vamos tentar imaginar), podemos perguntar como explicar como somos uma espécie funcional apesar desta fusão?

As descontinuidades entre primatas e humanos são incompatíveis: nosso adnmt, os genes para o fator RH e os cromossomos e (sequências repetidas do Dna do cromossoma e humano) humanos entre outras. As sequencias analisadas do cromossomo e não contêm homólogos, em relação ao dos primatas. O x feminino se parece o de alguns primatas, mas não o e, este cromossoma foi transmitido por um ser do sexo masculino não terrestre. Desta forma, somos o resultado de uma hibridação entre uma fêmea primata (Neanderthal) e um ser não classificado na biologia.

Os darwinistas apresentam certos genes que se parecem (são astutos ao apresentar verdades inquestionáveis a meias verdades) entre o humano e o primata, dizem que somos pares de em uma árvore de descendência; deixando de um lado as abissais e inevitáveis diferenças que fazem parte de um acervo genético extraterrestre.

Se você conhece a história da evolução darwiniana (biologia evolutiva), o DNA humano em você tem conhecimento suficiente para discernir entre as diferentes linhas da ciência que surgem em torno do assunto; então você pode ligar os pontos.

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