WikiLeaks libera acesso a arquivo após prisão de Assange

O site WikiLeaks liberou o acesso a seus arquivos depois da prisão de seu fundador, Julian Assange, que passou sete anos na embaixada do Equador em Londres.
As constatações iniciais obtidas a partir daí são perturbadoras, embora nem um pouco surpreendentes. Os documentos indicam que a CIA tem ferramentas para entrar em sistemas de operadoras de telefonia ou fazer espionagem a partir da invasão de equipamentos com Android, iOS e Windows, por exemplo — tudo na surdina, é claro. Até smart TVs da Samsung podem ser usadas como recurso de escuta, inclusive quando desligadas. E nem pense que a criptografia do WhatsApp ou do Telegram consegue parar a CIA: a agência explora outros meios para acessar os dados quando encontra esse tipo de barreira.
O objetivo da Wikileaks com o Year Zero é mostrar justamente a capacidade que CIA e outras entidades do governo dos Estados Unidos têm de se infiltrar em sistemas dos mais diversos tipos. O alcance é praticamente global: além do centro de inteligência em Virgínia, a CIA usa o consulado dos Estados Unidos em Frankfurt para orquestrar ataques em regiões da Europa, Oriente Médio e África.

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