O tema de reptilianos bons e ruins é um tópico tão amplo que sinto a necessidade de dar informações para esclarecer esta confusão sobre o tema.

Mais e mais pessoas estão começando a acordar e perceber que fomos ” Infiltrados ” por seres que não são precisamente ” humanos “. estes ” Semi-Humanos ” que são parte humana e parte outra coisa… caminham entre nós em formas humanas, mas podem ser percebidos como híbridos humanos por algumas pessoas.

Há muitas explicações que posso dar, vou tentar fazê-lo o mais simples possível.

As espécies reptóides a que me refiro são muito antigas, ainda mais antigas do que a raça humana… e estiveram aqui desde os inícios da nossa história. Quem conhece os mitos e registros cuneiformes sumérios(ler sobre os Anunnakis) e aqueles da grande maioria das culturas no mundo vão conectar os pontos com maior facilidade.

Em um momento, eles se misturaram geneticamente com humanos, e continuam a fazê-lo, para produzir humanos com dna reptiliano em vários graus. O que eu estou dizendo é que todos nós somos parte reptilianos. Algumas pessoas têm mais características reptilianas e instintos do que outros. Mas todos nós temos algo deles, por isso o humano é intrinsecamente problemático. (Nosso DNA foi corrompido)..

Esses seres humano / reptiliano são híbridos…

Eu fui testemunha de vários processos em que a essência reptiliana se incorpora aos humanos, que vai muito além do que da reprodução. Nada disso tem a ver com a qualidade da alma… que é o que cria o desacordo entre reptilianos bons e ruins e do qual falarei mais adiante.

Grupos dentro da interferência reptiliana:

O primeiro grupo são aqueles que se sentem diferentes desde o seu nascimento aos outros, que acreditam que ” reencarnaram” ou nasceram em corpos humanos mas são ” sementes estelares, índigos, cristal ” ou algo não humano plenamente de Espírito. Algumas pessoas que cheguei a entrar em contato tinham muito a certeza de ser isto. Estas pessoas a manifestam  dons psíquicos desde tenra idade.

 

São pessoas altamente inteligentes, embora exibam muitas características reptilianas no sentido de que podem ter medos, pânico, problemas psicológicos, inabilidade para se adaptar ao mundo, etc. Muitos sofrem de depressão ou ansiedade… sentimentos de inferioridade… mas eles usam-no para crescer emocionalmente. Este grupo sente ter uma família estelar ou cósmica, e o que acontece é que como dizem ” o sangue chama ” e eventualmente poderiam ser contatados pela sua ” família estelar “ que os usará para suas agendas, mesmo que eles pensem que é para o bem. É preciso lembrar que para estes híbridos reptilianos, a “Missão” é a primeira coisa, acima de sentimentalismo. Verão qualquer pessoa que tenha uma linhagem e DNA compatível com o deles como um elemento com potencial a utilizar.

Vou me referir a este grupo como “Grupo A”.

O segundo grupo é mais amplo, uma vez que não têm uma forma “humana” atribuída. Estes manifestam-se a si mesmos como reptilianos humanoides ou reptóides, mas têm uma característica inter-Dimensional neles. Estes seres espirituais procuram “hóspedes” ou corpos de híbridos humanos vulneráveis para viver neles (termo popular é walk-in) e levar uma vida humana compartilhada com o convidado. Podemos dizer que todos os casos de pessoas parasitadas, possuídas ou que têm walk-ins ou guias espirituais, estão neste caso de parasitação e compartilhando um corpo e consciência com uma entidade reptiliana desencarnada.

Este processo em si mesmo é uma atividade invasiva, mas que estas entidades dizem ser para um bem maior e para sua sobrevivência. Muitas pessoas que começam a ter memórias de vidas passadas, o que estão vendo na verdade são as memórias do parasita que esteve em muitos outros corpos por séculos e séculos. A psique é compartilhada e o humano está sendo controlado desde a sua consciência por estes seres inter-dimensionais.

Estes seres são oportunistas, ou seja, que não vivem nos corpos humanos o tempo todo, mas que ficam ao redor (tal como os espíritos familiares que dizimam pais, filhos e netos, ficam à espera do novo rebento da família para parasitar) Esperando o momento oportuno quando o convidado tem algum rompimento no seu corpo espiritual que permita a estas consciências reptilianas entrar neles. Com Rompimento me refiro a um trauma, um acidente, uma situação dolorosa, um divórcio, um falecimento de alguém querido, um problema financeiro, etc e etc. É por isto que não é novidade que a pessoas envolvidas no programa MK-Ultra, sofrem traumas desde a infância com fins de fragmentação da mente, essa ocorre de tal forma que cada trauma possa acalentar uma consciência de um reptiliano.

Os humanos que são vítimas de manipuladores reptilianos podem experimentá-los em ataques noturnos, paralisia do sono, experiências com incubos e sucubus, ou canalizar ” Guias e mestres ” que às vezes serão amigáveis, e outras vezes mostrarão a sua verdadeira face.

Eu chamo esse grupo como grupo B.

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A conduta Reptiliana

Ao descrever os reptilianos sob definições herpetológicas, notasse a natureza controlada pelo instinto destas espécies, e as suas ambições de se destacar sem importar as consequências, a sua falta de emoções e valores humanos, seus padrões de acasalamento e as confusões de gênero quando vivem em corpos humanos (isso explica porque uma pessoa parasitada pode experimentar uma súbita e radical mudança em sua orientação sexual, de um dia para outro).

Os reptilianos não têm emoções e substituem-nas com reações de adrenalina. Podem ser amados e inspirar multidões, mas também podem ser os mais sombrios dos enganadores.

Os valores dessas entidades répteis diferem das do humano no mais profundo, uma vez que eles procuram conquistas superficiais, obter coisas materiais, conquistar e dominar. Eles são egoístas,  e veem o humano como algo inferior.

Não jogam pelas mesmas regras que nós… têm diferentes limites e não se impõem qualquer tipo de restrições no seu comportamento.

Você pode questionar porque tantas imagens de répteis em todo mundo, mitos de deuses e mestres reptilianos, quetzalcóatl, e serpentes emplumadas em todo lugar… porque os dragões, cobras e crocodilos estão relacionados com essas entidades?

Isso tem que ver provavelmente com o que aconteceu na “criação do jardim do Éden”. De todas as criaturas, aquela mais inteligente, mas enganadora, era a cobra. E novamente não é por acaso que uma gama de anjos, serafins,  e outras “divindades” sejam descritos como serpentes de fogo.

Comente com sua dúvida, crítica ou interpretação, seu ponto de vista é sempre bem vindo!

 

10 Comentários

  1. Fatima

    Acredito plenamente neste assunto.

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  2. Jota caballero

    Parabéns, muito esclarecedora matéria, se encaixa muito no que consigo enxergar desde minha busca pela verdade. Muito confuso, mas normal, afinal, vai muito além do nosso pequeno universo de condicionamentos e repetições existenciais nesse plano.

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    • Tiago Maximiano

      Em breve novidades.. muito obrigado pelos comentários sua opinião é valisa para nós, assine nossa newsletter para receber as novidades em seu e-mail! Abraços Galático e Gratidão! 💕 🙏

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  3. Andréia Conceição

    Gostaria que vcs me enviassem mas conteúdo sobre os reptilianos, e essa convivência deles entre nós humanos. Gratidão 💕 e aguardo mas sobre esse assunto.

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    • Carolina

      Muito bom o artigo. Mas eu também gostaria que vc se aprofundasse mais, se possível…. ou pelo menos que indicasse outro bom material para estudo. Obrigada e tudo de melhor para nós, seres humanos 🙂

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      • Tiago Maximiano

        Esse é um assunto que vamos abordar com mais profundidade, obrigado pelo feedback e assine nossa newsletter para receber as novidades em seu e-mail, em breve novidades! Gratidão!

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    • Thiago M.

      Desculpe-me, mas não entendi essa parte de que os anjos são descritos como serpentes de fogo (tenho a mente aberta e sigo o canal lightworkers)…

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      • Tiago Maximiano

        SERAFINS: “Serpente de Fogo”

        Quando ouvimos falar sobre esta casta de anjos, logo vem às nossas cabeças a imagem de um anjo de aspecto humanóide resplandecente de cabelos dourados, uma visão errada ensinada pelas religiões Ocidentais. Estes seres foram cultuados e descritos por diversas culturas antigas como tendo um aspecto reptiliano. Na cultura Egípcia temos a serpente sagrada Apep e Quetzalcoatl na mitologia Asteca, os antigos Yoruba cultuavam Oshumare, temos a deusa Tiamat na cultura Sumeria, Naga na cultura Hindu e Jormungand na cultura Nórdica.

        O substantivo hebraico saráf, no plural, é traduzido por “serafins” em Isaías 6:2, 6, e significa literalmente “o ardente”, ou “o abrasador”. É também usado em conjunto com o termo hebraico geral para serpente (nahhásh) e tem sido traduzido por ‘venenoso’, referindo-se talvez ao efeito ardente e inflamatório do veneno. (De 8:15) É primeiro mencionado na época de Deus infligir punição aos israelitas rebeldes por enviar “serpentes venenosas [nehhashím serafím]” entre eles. Depois da intercessão de Moisés, Yehowah mandou que esse fizesse “uma cobra ardente” e a colocasse numa haste de sinal. Se os mordidos olhassem para ela, seriam curados e viveriam. Moisés fez tal serpente de cobre. (Núm 21:6-9; 1Co 10:9) Jesus deu a isso significado profético por declarar: “Assim como Moisés ergueu a serpente no ermo, assim tem de ser erguido o Filho do homem, para que todo o que nele crer tenha vida eterna.” — Jo 3:14, 15.

        Em Isaías 14:29 e 30:6, menciona-se uma “cobra ardente, voadora”, no julgamento de Deus contra a Filístia e na descrição da região do ermo ao S de Judá.

        Os serafins (do hebraico seraphim, singular seraph) são uma categoria de anjos da tradição judaico-cristã. Na tradição judaica, estão em um patamar intermediário da hierarquia angélica, enquanto na tradição cristã são considerados os mais elevados de todos os anjos.

        A única descrição dos serafins como anjos ocorre no livro de Isaías, capítulo 6:

        No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi também ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e o seu séquito enchia o templo. Serafins estavam por cima dele; cada um tinha seis asas; com duas cobriam os seus rostos, e com duas cobriam os seus pés, e com duas voavam. E clamavam uns aos outros, dizendo: “Santo, Santo, Santo é Yahweh dos Exércitos!”; toda a terra está cheia da sua glória. E os umbrais das portas se moveram à voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. Então disse eu: “Ai de mim! Pois estou perdido; porque sou um homem de lábios impuros, e habito no meio de um povo de impuros lábios; os meus olhos viram o Rei, Yahweh dos Exércitos”. Porém um dos serafins voou para mim, trazendo na sua mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; e com a brasa tocou a minha boca, e disse: “Eis que isto tocou os teus lábios; e a tua iniqüidade foi tirada, e expiado o teu pecado”.

        Entretanto, a palavra seraphim, relacionada a saraph, “queimar”, também é usada para se referir a serpentes venenosas do deserto que picavam os israelitas – provavelmente a víbora-tapete, Echis coloratus, serpente de 30 cm a 60 cm (máximo 80 cm) que vive entre as rochas do deserto e cuja picada é “ardente”, não a naja do deserto, cuja picada, apesar de mais mortal, não provoca essa sensação. O exemplo mais conhecido é o do livro dos Números (capítulo 21):

        Então partiram do monte Hor, pelo caminho do Mar Vermelho, a rodear a terra de Edom; porém a alma do povo angustiou-se naquele caminho. E o povo falou contra Deus e contra Moisés: Por que nos fizestes subir do Egito para que morrêssemos neste deserto? Pois aqui nem pão nem água há; e a nossa alma tem fastio deste pão tão vil. Então Yahweh mandou entre o povo serpentes ardentes [nachashim seraphim], que picaram o povo; e morreu muita gente em Israel. Por isso o povo veio a Moisés, e disse: “Havemos pecado porquanto temos falado contra Yahweh e contra ti; ora a Yahweh que tire de nós estas serpentes”. Então Moisés orou pelo povo. E disse Yahweh a Moisés: “Faze-te uma serpente ardente [nachash seraph], e põe-na sobre uma haste; e será que viverá todo o que, tendo sido picado, olhar para ela”. E Moisés fez uma serpente de metal, e pô-la sobre uma haste; e sucedia que, picando alguma serpente a alguém, quando esse olhava para a serpente de metal, vivia.

        Rod of asclepius

        Bastão de Asclépio

        A figura de uma serpente sobre uma haste era associada à cura e à medicina em várias culturas da Antiguidade. Era a imagem do deus-serpente sumeriano, patrono da medicina e “senhor da boa árvore”, possivelmente relacionada à Árvore da Vida do Jardim do Éden. Uma serpente em torno de um bastão também representava Asclépio, o deus grego da medicina em cujos templos eram criadas serpentes sagradas. Em tempos modernos, uma serpente em torno de uma haste ou cálice voltou a ser o símbolo da medicina e da farmacêutica. Parece lógico que os serafins tenham sido originalmente imaginados como agentes dos deuses em forma de serpente, com poderes relativos à cura de doenças.

        Na tradição católica, os serafins louvam continuamente a Deus, de cujo trono são os anjos mais próximos. Cantam a “música das esferas” e assim regulam o movimento dos céus. Eternamente ardendo em amor a Deus, seu brilho é insuportável até para os demais anjos.

        O Pseudo-Dionísio, em sua Hierarquia Celestial, fixou a natureza ígnea dos serafins na imaginação medieval. Descreve os serafins como ocupados em manter a divindade em perfeita ordem, além de cantar o Trisagion (“Santo, Santo, Santo!” ou, em hebraico, “Kadosh, Kadosh, Kadosh!”). Com base na tradição rabínica, interpretou seu nome como “aqueles que queimam ou aquecem”:

        O nome serafim indica claramente sua revolução incessante e eterna em torno dos princípios divinos, seu calor e entusiasmo, a exuberância de sua atividade intensa, perpétua, incansável, e sua assimilação elevativa e energética dos que lhe são inferiores, acendendo-os e queimando-os com seu próprio calor, e purificando-os completamente com uma chama que tudo queima e consome; e por seu inocultável, inextinguível, invariável, brilhante e iluminante poder, disersa e destrói as sombras da escuridão.

        Tomás de Aquino, na Suma Teológica, oferece sua descrição da natureza dos serafins:

        O nome “serafim” não vem só da caridade, mas do excesso de caridade, expresso pela palavra “fogo” ou “ardor”. Daqui Dionísio expõe a relação do nome “serafim” com as propriedades do fogo, contendo um excesso do calor. Ora, no fogo podemos considerar três coisas:

        em primeiro lugar, o movimento que é ascendente e contínuo. Isto significa que estão voltados inflexivelmente para Deus.
        em segundo lugar, a força ativa que é o “calor”, que não é simplesmente encontrado no fogo, mas existe nele com alguma veemência, com ação mais penetrante,alcançando mesmo às menores coisas com fervor superabundante; por meio do qual se representa a ação destes anjos, exercitada poderosamente sobre os que estão sujeitos a eles, estimulando-os a um fervor semelhante e purificando-os completamente com seu calor.
        em terceiro lugar, consideramos no fogo a qualidade da claridade, ou brilho; o que significa que estes anjos têm em si mesmos uma luz inextinguível e iluminam perfeitamente os demais.

        Segundo uma tradição cristã, o líder dos anjos caídos teria sido o mais elevado dos anjos, portanto um serafim. Tomás de Aquino, porém, argumentou que isso seria impossível, pois estes os serafins ardem em caridade, incompatível com o pecado mortal. Afirmou que o responsável pela Queda teria sido um dos querubins, pois estes são os anjos mais identificados com o conhecimento e, portanto, os mais propensos ao pecado do orgulho.

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  4. Janine

    Bom eu me vejo muito no lado B!!que triste….como mudar isso????nao quero ser manipulada e nem pertencer a este grupo o qie fazer alguém pode me ajudar?

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    • Tiago Maximiano

      Conhecimento é nossa arma, me identifico nesse grupo B também, e passei por diversas experiencias e provações.. mas conforme fui me aprofundando, ao mesmo tempo criamos defesas.. Assine nossa lista e receba as novidades em seu e-mail, desejo sucesso em sua jornada!

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